Archive | julho, 2011

Must have: Poncho

27 jul

Nesse friozinho que está fazendo, nada melhor do que ficar quentinha e confortável, né? Uma peça que conjuga bem essas duas qualidades é o poncho.

O poncho é surgiu na América do Sul e é, basicamente, um tecido quase cortado em formato quadrado com um buraco pra colocar a cabeça. Ele é bem quentinho, porque cobre os ombros e os braços, e geralmente é feito de lã e outros materiais invernais.

Na moda, essa peça aparece em diferentes maneiras para agradar todos os gostos!

 



No estilo clássico, com cara de “ganhei da vovó”, os ponchos deixam qualquer look com cara de confortável e quentinho. Uma idéia é usar com outras roupas básicas, pra manter o estilão largado. Misturar com peças masculinas também é uma boa.

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Uma outra alternativa são os ponchos estilizados. O primeiro, com capuz, fica lindo para um visual mais street, além de ficar ainda mais quentinho! O segundo, meio 70’s com bolsos e aberto na frente, não tampa tanto o frio, mas também é lindo. Combine com saltos anabela, estilo Jeffrey Campbell, para um visual com cara de lookbook.

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Uma opção também são os ponchos com franjinhas. Elas deixam o poncho mais 70’s, tendência do momento. Combine com sandálias pesadas em tons terrosos para um visual hippie chip completo. Perceberam que esses ponchos são mais verão? Para atualizar para o inverno, é só colocar uma blusa quentinha por baixo e uma calça skinny ou meias grossas.

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Agora, meus preferidos! Ponchos com estampas étnicas. Porque, vamos combinar, tem como algo ser mais étnico do que poncho? Podem ser combinados de acordo com seu estilo. Se você curte mais um estilo street rocker, combine com uma skinny beeeeem justa e bota pesada, como na primeira foto. Se você gostar mais de uma pegada 70’s, com cara de apache, combine com jeans e botas com franjas.

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Ponchos deixando o inverno mais bonito e quentinho.

Fotos: Face Hunter, LookBook e Google.

Hype Movie: Ghost World

26 jul

A dica de hoje é de um filme que meu namorado me ensinou a gostar. Ontem, eu e ele resolvemos assistir Ghost World de madrugada, pela segunda vez juntos, e eu descobri que gostei ainda mais dele dessa vez (viu, Cuca, eu estou admitindo que gosto).

 

Ghost World é um filme baseado em quadrinhos de mesmo nome que conta a história de duas amigas nada normais que, depois de se formar no colégio, começam a encarar a vida de “adultas”. As duas são Enid, representada por Thora Birch (que vocês devem lembrar dela em “Beleza Americana”), e Rebecca, representada pela (ainda mais bonita novinha) Scarlett Johansson.

E assim se desenrola a história. No enredo, Enid conhece Seymour, interpretado por Steve Buscemi (o cara mais feio do mundo), um colecionador de discos de blues completamente freak, e descobre que os dois tem muito em comum. 

 

O visual do filme é todo interessante, desde as lojas até os figurinos. O guarda-roupa de Enid é ótimo, variando de camisetas 90’s, blusas com pegada navy, minissaias, coturnos, creepers e os seus inseparáveis pares de óculos. 

 

Ghost World é um filme divertido e, ao mesmo tempo, sério. Não sei se sou só eu, mas ele me faz pensar muito sobre o futuro, as minhas escolhas e sobre os sentimentos das pessoas. Acho que por isso que ele é bom, não é? Não passa em branco.

Mais atrações confirmadas no Planeta Terra

26 jul

Todo mundo já sabia da confirmação de The Strokes, Beady Eye, Peter Björn and John e Toro y Moi no festival Planeta Terra, que acontece no dia 5 de novembro no Playcenter em São Paulo.

Agora a organização divulgou mais 7 atrações que estão agrandando quem conseguiu garantir seu ingresso nas 14 horas de venda, mas também dividindo opiniões por aí.

Abaixo a lista de atrações;

Beady Eye


A inglesa Beady Eye foi lançada em 2009 por ex-integrantes do grupo Oasis após a saída de Noel Gallagher da banda. É formada pelo vocalista Liam Gallagher, o guitarrista Gem Archer e o baixista Andy Bell, que passou a tocar guitarra no Beady Eye. Conta também com o baterista Chris Sharrock, que se tornou membro efetivo do grupo. Contrabaixo e teclado ficam por conta de Jeff Wootton e Matt Jones, respectivamente. O primeiro single do novo grupo saiu em novembro de 2010, Bring the Light, com download gratuito. O álbum de estreia, Different Gear, Still Speeding chegou ao público três meses depois, em fevereiro deste ano.

Broken Social Scene

Canadense de Toronto, a banda indie Broken The Social Scene foi criada em 1999 por Kevin Drew e Brendan Canning. Somaram-se a eles Leslie Feist, Evan Cranley, Andrew Whiteman e Justin Peroff. Em 2001, saiu o primeiro álbum da banda, Feel Good Lost. No álbum seguinte, You Forgot It In People ¿ premiado com Juno Award – chegaram à banda James Shaw, Emily Haines, John Crossingham, Brill Priddle, Jessica Moss e Jason Collett. Em 2005, a banda lançou seu terceiro álbum, homônimo, confirmando seu protagonismo na cena indie do Canadá, ao lado de nomes como Arcade Fire. Seu álbum mais recente é Forgiveness Rock Record (2010).

Criolo


Criolo estreou no rap em 1989. Em 2006 lançou seu primeiro álbum de estúdio, Ainda Há Tempo. Nessa época, fundou a Rinha dos MC’s, que existe até hoje. Em 2007, foi indicado ao Prêmio Hutúz nas categorias “Grupo ou Artista Solo” e “Revelação”. No ano seguinte, vieram os prêmios de “Música do Ano” e “Personalidade do Ano” no evento “O rap é compromisso”. 2009 foi indicado novamente ao Hutúz na categoria “Revelações da Década”. Participou de Da Luz às Trevas, de Ney Matogrosso, e do filme Profissão MC, de Alessandro Buzo e Tony Nogueira. Para comemorar seus vinte anos de carreira, lançou o DVD Criolo Doido Live in SP.

Garotas Suecas e Banda Escaldante


Formado em 2005, o Garotas Suecas caiu nas graças de plateias brasileira e americana após o lançamento de três EPs e turnês nos EUA entre 2008 e 2009 ¿ quando, segundo a Spin, a banda fez um dos shows mais comentados do South by Southwest, no Texas. Videoclipes de singles como Bugalu, Codinome Dinamite e Corina, além de shows memoráveis no Brasil, garantiram duas indicações ao Video Music Brasil, da MTV: Aposta (em 2008), que se sagrou vitorioso, e Revelação (2009). Com Banda Escaldante, o Garotas Suecas apareceu em enquetes e listas de melhores discos nacionais de 2010.

Goldfrapp


Alison Goldfrapp (vocais/sintetizadores) e Will Gregory (sintetizadores) criaram a Goldfrapp em 1999, em Londres. Reconhecida por sua contribuição à popularização da música eletrônica, foi aclamada pelo público logo no álbum de estreia, Felt Mountain (2000). Em 2003, o novo álbum, Black Cherry, emplacou singles como Strict Machine e Twist. Seu sucesso influenciou a produção “dance-oriented sound” de Supernature (2005), mesclando glam rock, synthpop e dance music. Um dos três primeiros nas paradas americanas, com hits como Ooh La La e Number 1, foi indicado ao Grammy. O mesmo aconteceu com Head First, o álbum mais recente (2010), com dupla indicação no Grammy ¿ Best Dance Recording e Best electronic/dance Album.

Interpol


Criada em 1997 em Nova York, o pós-punk revival da Interpol lhe levou a papel de destaque na cena Indie da cidade. Já comparada a Joy Divison e The Chameleons, contava na formação original com Paul Banks (vocais e guitarra), Daniel Kessler (guitarra e vocais), Carlos Dengler (baixo e teclados) e Greg Drudy (bateria e percursão), substituído em 2000 por Sam Fogarino. Seu álbum de estreia da banda, Turn on The Bright Lights (2002), foi aclamado pela crítica, liderando a lista dos Top 50 da Pitchfork. Depois vieram Antics (2004) e Our Love to Admire (2007). Seu álbum mais recente, homônimo à banda, foi lançado em setembro do ano passado.

Peter Björn and John


Formada em Estocolmo, em 1999, reúne Peter Morén (vocais, guitarra, gaita), Björn Yttling (vocais, baixo, teclado) e John Eriksson (bateria, percussão e vocais) Na estrada há 12 anos, vivem o melhor momento da carreira internacional da banda. Seu último album, Gimme some, acaba de ser lançando no Brasil, sucedendo a The Living Thing e Seaside Rock. Segundo Morén, o novo album marca a volta ao rock básico, apoiado no tripé guitarra-baixo-bateria, e tem influências desde percurssores do rock, como Elvis Presley em seus primeiros albuns, a Buddy Holly, até bandas dos anos 60, como Kinks, Birdies e The Hollies, e 70, como The Jam.

The Name


Surgido na cena independente brasileira, o The Name empolga pelo seu rock original e dançante, com influências do pós-punk e letras em inglês. Depois do enorme sucesso de público e crítica dos dois primeiros EPs, emplacaram os hits, Can You Dance Boy? e Let the Things Go – a capa do compacto vinil foi assinada pelo premiado ilustrador nova-iorquino Chad Walker. O trio paulista é formado por Andy (voz e guitarra), Molinari (baixo) e Alves (bateria) e além de rodar todo o País, já se apresentou em alguns dos festivais mais conceituados do mundo, como South By Southwest, Canadian Music Week e VOV.

The Strokes

Formada em 1996, em Nova York, The Strokes tem como integrantes Julian Casablancas (vocais), Albert Hammond Jr. (guitarra), Nick Valensi (guitarra), Nikolai Fraiture (baixo) e Fabrizio Moretti (bateria e percussão). Seu quarto e mais recente álbum, Angles, foi gravado em estúdio e estreou na quarta posição na parada dos Top 200 Álbuns da revista Billboard. Já a revista Rolling Stone concedeu quatro estrelas ao álbum, descrevendo-o como “o melhor álbum que The Strokes já gravou desde Is This It, de 2001”. Na estrada desde 2010, a banda tocou nos principais festivais internacionais, entre eles Benicassin, Lollapalooza e Coachella.

Toro Y Moi


Toro Y Moi é Chaz Bundick, um americano nascido e criado em Columbia, na Carolina do Sul. Sua música apresenta forte influência das coleções de cassetes e vinis dos pais, sem falar da admiração que tem por contemporâneos como Animal Collective, Sonic Youth, J Dilla e Daft Punk. Seu álbum Underneath the Pine foi lançado em fevereiro deste ano pelo selo Carpark Records, recebendo excelentes críticas em publicações como Pitchfork e Gorila vs Bear. Com isso, Toro y Moi se consolida como uma das referências do movimento chamado Chillwave.

White Lies


Criada em 2007, a inglesa White Lies nasceu como como Fear of Flying. Formada por Harry McVeigh (vocais e guitarra), Charles Cave (baixo e back vocal), e Jack Lawrence-Brown (bateria), a banda de rock indie toca ao vivo como um quinteto, com os extras Tommy Bowen e Rob Lee. Seu album de estréia, To Lose My Life foi lançado em Janeiro de 2009 e de saída já ocupou a primeira posição no UK Albuns Chart. Nesse mesmo ano, foi premiada como Melhor Banda Nova nos Q Awards e, na mesma categoria, foi uma das bandas indicadas para o MTV Europe Music Awards. O segundo álbum, Ritual, saiu em janeiro de 2011

Florença – Primavera/Verão 2012

25 jul

Semana passada, comentei no Twitter e Facebook a sessão de fotos que o Hungry Hype participou para a marca Florença, lembram?

Deborah Zandonna (verde), Débora Leite (rosa), Bruna Miranda (roxo), Luiza Godoy (laranja), Laura Lara (branco), Babi Peixoto (chapéu palha) e Marina Vieira (vermelho)

As fotos são para o editorial da coleção Primavera/Verão 2012 da marca e as modelos foram blogueiras de BH. As fotos foram feitas no SPA Mais Vida, um  SPA maravilhoso no Vale do Sereno.

Eu, Luiza Godoy do Hungry Hype (dã!), Laura Lara d’O Peixe Fresco, Débora Leite do I’m Golden, Deborah Zandonna do Onça de Tule, Bruna Miranda do Ameixa Japonesa, Babi Peixoto da Revista Bella e Marina Vieira do Com Estilo.

Débora Leite (rosa) e eu fazendo nossa foto juntas! :)

Com a mistura de estilos,  coleção Primavera/Verão 2012 da Florença faz um mix de estampas, lisos, listras e laços com muitas cores.

O Color Bloking tem destaque, os lisos de cores fortes e intensas ainda são complementados com os diversos acessórios da marca. As jaquetas continuam em alta, sempre lisas e muito coloridas, evidenciando a tendência junto com sapatos e chapéus.

Meu look Florença (e minha bolsa de coruja)!

Débora Leite e eu tentando fazer uma foto espontaneamente forjada (detalhe para os meus sapatos maravilhosos ♥)

O showroom da Florença também está de cara nova! Essa semana vamos conferir as mudanças e o lançamento da coleção Primavera/Verão 2012 e, é claro, vamos postar aqui para vocês!

Confiram mais fotos da produção do editorial no slide show abaixo.

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Fotos: Júlia Andrade

Texto: Luiza Godoy

Music Monday: Sad songs

25 jul

O Music Monday de hoje é para vocês que, como eu, acordaram nessa segunda-feira nublada sem vontade nenhuma de sair da cama (ou de TPM, ou os dois!).
Então, prepare seu edredom, seu chocolate quente e os DVDs de 500 Dias com Ela, Diário de Uma Paixão, Amor para Recordar e outros filmes que só de lembrar dão vontade de chorar, porque o MM está cheio de sad songs. :(

 

E para vocês, quais são suas sad songs?

R.I.P. Amy Winehouse

23 jul


Morreu hoje uma das maiores vozes da música. Suas atitudes controversas, suicidas, live fast and die young, são pouco perto de sua voz incrível e imenso talento.

Amy Winehouse, rest in piece.

Furla Candy Bags

22 jul


A marca italiana Furla lançou em sua coleção de primavera/verão as CanBags, bolsas de plástico transparente que vem em cores lindas de doce! As bolsas viraram objeto de desejo entre as européias no verão e conseguem deixar qualquer produção muito mais alegre!

No LookBook.nu, as Candy Bags são vistas em várias cores e compondo estilos diferentes.


Aqui, as Candy Bags vem divertindo os looks de cores neutras. Perceberam como, mesmo em plástico transparente sem cor, a bolsa da Furla deixou o visual muito mais interessante?

 

Nas fotos acima, as bolsas vem compondo o estilo color blocking (sobre o qual já falamos aqui). Existe alguma coisa melhor para compôr o look “coloridão” do que uma bolsa com cor de doce?

Para comprar as Candy Bags, acesse o site da Furla ou visite as lojas da marca em São Paulo, no shopping Cidade Jardim.

 

Infelizmente, as bolsas fofas são caríssimas. Mas, para conter nossos desejos de possuí-las, existem sempre as inspired. Comentei em meu penúltimo post sobre o site chinês Romwe, lembram? Nele estão disponíveis versões inspired das Candy Bags em preços acessíveis e, maravilha!, sem frete!

Anime os looks neutros e complete seu color blocking.


Fotos: Google, LookBook e Romwe